Início Comportamento Desespero: o que fazer para controlá-lo

Desespero: o que fazer para controlá-lo

252
0

Quando entramos em momentos de estresse e pânico intensos, começamos e ter a sensação de desespero.

A situação se associa, geralmente, a grande estresse: no trabalho, em casa, em relacionamentos, com doenças, etc. Por vezes ele pode aparecer e ir embora, o que é normal. No entanto, quando permanece por um longo tempo, a sensação já pode indicar algo a mais que precisamos tomar cuidado.

MAS O QUE É DESESPERO, AFINAL?

É um estado. Estado em que você se encontra em extrema ansiedade, tensão e medo. Nesse momento, a pessoa está com uma percepção negativa de tudo e de todos, tendo muita dificuldade para sair dessa situação sozinha, e também de receber ajuda – visto que muitas vezes age agressivamente com aqueles que tentam lhe ajudar.

Durante uma crise, a pessoa com desespero pode ser tomado por pânico, angústia e grande aflição,  ansiedade, tremores no corpo e taquicardia. Não há sintomas específicos únicos, cada um sente o desespero de uma forma, cada pessoa desperta um sentimento que caracteriza seu desespero.

Passos para combater o desespero

A boa notícia é que há alguns passos que podem te ajudar a enfrentar esse estado de desespero. Vamos ver?

Procure racionalizar o problema

Quando você racionaliza um problema, você começa a diminuir a carga negativa que o envolve e começa a enxergar ele do tamanho que verdadeiramente é. Normalmente nós tendemos a aumentar os problemas para um tamanho bem maior do que realmente são – por isso muitas vezes alguém que vê a situação de fora parece achar que estamos exagerando, e consequentemente nos sentimos aborrecidos com essa pessoa. Isso se dá justamente por que transformamos um problema em um grande, super, enorme, problema.

Para racionalizar, faça as seguintes perguntas:

  • O que é este problema?
  • Por que ele me traz medo/angústia/ansiedade/aflição?
  • Qual é o pior cenário em minha mente? (Imagine com todos os detalhes o que lhe causa desconforto referente ao problema)
  • O que é mais provável acontecer na realidade? (Imagine com todos os detalhes o desenrolar mais realístico)

Acredite no processo de mudança

A mudança muitas vezes é encarada com certa resistencia pelas pessoas, mesmo quando elas procuram mudanças positivas: quando se faz uma dieta, por exemplo, é fácil? Não, né? Pois então…

Mudanças são difíceis. Tenha isso claro na sua cabeça.

Mas elas são POSSÍVEIS. E muito possíveis! Se não fossem, o mundo não continuaria girando.

O que você precisa, aqui, é ter principalmente paciência. Quando isso acontecer, estamos em vantagem.

Encontre uma forma de terapia

Isso é muito importante: a terapia. O profissional irá te conduzir da forma CORRETA. Muitas vezes as pessoas enrolam demais e perdem tempo tentando resolver os problemas com as próprias mãos, quando, na verdade, com a ajuda de um profissional tudo teria se resolvido há muito tempo.

Não tem o porquê você não fazer terapia. É um tratamento que só traz benefícios! Mesmo que o problema seja dinheiro e você não tenha muito pra investir nesse tratamento, vale a pena procurar outras opções, fazer uma pesquisa de preço e ir atrás desse profissional. Isso é um tratamento que te dará benefícios a longo prazo – e diminuirá as chances de você gastar muito mais depois, pense nisso!

Quebre o padrão negativo

Quando notar a repetição de comportamentos prejudiciais, tire um momento para se afastar da situação e pensar. Essa autopercepção se torna mais fácil com a prática. Toda vez que perceber a repetição do padrão de comportamento nocivo, lembre-se disso para ajudar a combatê-lo.

Faça exercícios de respiração e relaxamento

Hoje existem até tutoriais na internet que podem te ajudar com técnicas de respiração e relaxamento. Elas funcionam! Oxigenam o cérebro e trazem maior calma para você. Procure praticar esses exercícios todos os dias, e não somente quando estiver em situações de desespero – até por que se você nunca faz exercícios de respiração, na hora do desespero fica mais difícil ainda realizá-los.

Texto originalmente publicado em vittude e adaptado pela equipe do blog Educadores.