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Pessoas que conversam em transportes públicos podem ser mais felizes

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Você é do tipo sociável que gosta de fazer amizades com pessoas desconhecidas? Ou você é do tipo que gosta de fazer uma viagem totalmente em silêncio, agradecendo se os outros não lhe dirigem a palavra?

Saiba que se você não sobrevive a uma boa conversa no ônibus ou no metrô, de acordo com pesquisas, você pode se considerar uma pessoa mega feliz, mesmo que sejam conversas com pessoas desconhecidas.

Uma pesquisa amplamente difundida pelo site Scientific American, mostrou que pessoas que tem o hábito de puxar assunto e conversar com pessoas estranhas nos transportes públicos, disseram que tiveram mais prazer na viagem do que as que não puxaram assunto com ninguém e fizeram a viagem no mais profundo silêncio e sozinhas.

Este levantamento de dados foram compilados em viagens nos meios de transporte público de Chicago, EUA, sendo que alguns passageiros foram instigados a conversarem com desconhecidos, outros sentaram-se sozinhos e ficaram calados durante todo o trajeto dos trens. Após a viagem todos responderam a questionários sobre seus sentimentos e, foi constatado que as pessoas que conversam o tempo todo sentem-se mais satisfeitas ao realizarem as viagens.

Muitas pessoas disseram que preferem não puxar assunto pois não sabe se o outro está disposto ao bate-papo ou prefere fazer o trajeto em silêncio.

Para saber se dará certo ou não só há uma maneira: puxando assunto, praticando! As vezes o companheiro de assento só precisa de uma boa puxada de conversa para tornar-se mais feliz e fazer seu dia mais alegre. O hábito de falar com estranhos pode ser imensamente benéfico, pois pode diversificar a comunicação com pessoas de todas as esferas socioculturais, ampliando a bagagem de conhecimento tanto de quem puxa conversa quanto do que interage.

Numa época que as redes sociais nos instigam a vivermos dentro de uma “bolha” sair e pensar fora da caixinha pode nos tornar melhores, mais interativos e mais felizes.

NOTA: As informações contidas neste artigo tem caráter meramente informativo, não substituem o conselho e acompanhamento de especialistas nas áreas específicas.